
Este vinho, feito de vinhas com mais de 60 anos, é feito com cerca de 30 castas misturadas e estagiou em barricas de carvalho americano e francês durante 20 meses até ao engarrafamento em Abril de 2007.
Depois da colheita de 2004 ter sido distinguida pela conceituada revista norte-americana Wine & Spirits na lista dos 100 melhores vinhos do ano, chega agora a vez do lote de 2005 obter 95 pontos na última edição da Wine Spectator (o único vinho português a obter classificação superior – 96 pontos – foi o Vinha Maria Teresa 2005, também da Quinta do Crasto!), a par com o Charme 2005.
Foi também um dos cinco Douro recomendados por Mark Squires (crítico norte-americano que escreve sobre vinhos portugueses para a mais influente publicação do Mundo, a Wine Advocate, do célebre Robert Parker) quando viisitou Portugal no passado mês de Novembro.
Disponível em garrafas de 1,5 Lt, 0,75 Lt e 0,375 Lt
Depois da colheita de 2004 ter sido distinguida pela conceituada revista norte-americana Wine & Spirits na lista dos 100 melhores vinhos do ano, chega agora a vez do lote de 2005 obter 95 pontos na última edição da Wine Spectator (o único vinho português a obter classificação superior – 96 pontos – foi o Vinha Maria Teresa 2005, também da Quinta do Crasto!), a par com o Charme 2005.
Foi também um dos cinco Douro recomendados por Mark Squires (crítico norte-americano que escreve sobre vinhos portugueses para a mais influente publicação do Mundo, a Wine Advocate, do célebre Robert Parker) quando viisitou Portugal no passado mês de Novembro.
Disponível em garrafas de 1,5 Lt, 0,75 Lt e 0,375 Lt










Com o objectivo de melhorar a competitividade dos produtores de vinho europeus, reconquistar mercados e escoar os stocks existentes (que absorvem anualmente cerca de 500 milhões de euros em ajuda à destilação para aguardente ou bioetanol), a Comissão Europeia formalizou dia 4 de Julho as propostas para a reforma do regime comunitário de apoio ao vinho. Neste sentido, as ajudas europeias vão incentivar o arranque voluntário de vinha (por iniciativa de Portugal, a decisão de arranque deixa de estar a cargo de cada produtor e passa a dar aos Estados a última palavra, de modo a impedir que as regiões com uma produção de maior qualidade sejam abandonadas). Pretende-se, deste modo, que até finais de 2013 (data da conclusão do programa de arranque), grande parte do orçamento actual seja dispendido na promoção dos vinhos europeus nos mercados de exportação, na reestruturação de vinhas e em novas medidas de gestão de crise (seguros, criação de fundos mútuos, ...). Serão estas medidas capazes de revigorar o sector do vinho na UE, travar a concorrência dos produtores do Novo Mundo e fazer face à quebra do consumo?
