
Organizada pela “Revista de Vinhos” e pela “Sobremesa”, decorreu em Madrid nos dias 14 e 15 de Novembro, a terceira edição da prova dos (melhores) vinhos das regiões vitivinícolas banhadas pelo rio Douro em Portugal e Espanha: Douro, Cigalles, Toro e Ribera del Duero.
Tal como nas edições anteriores o vencedor foi espanhol, sendo o eleito deste ano o Viña Sastre Pesus 2005 (80% Tempranillo, sendo o restante lote composto por Cabernet Sauvignon e Merlot), que obteve 96 pontos em 100 possíveis.
Em 2.º lugar ficou o Quinta de Roriz 2004 e em terceiro o Auru 2001.
Nos seis vinhos que ficaram em 4.ª lugar (92 pontos), três são portugueses: Quinta do Vale Meão 2005, Lavradores de Feitoria Grande Escolha 2004 e Quinta do Noval 2004. Do lado espanhol obtiveram esta classificação o Pago de los Capellanes Parcela El Nogal 2003, Numanthia 2005 e Malleolus de Valderamiro 2004.
Tal como nas edições anteriores o vencedor foi espanhol, sendo o eleito deste ano o Viña Sastre Pesus 2005 (80% Tempranillo, sendo o restante lote composto por Cabernet Sauvignon e Merlot), que obteve 96 pontos em 100 possíveis.
Em 2.º lugar ficou o Quinta de Roriz 2004 e em terceiro o Auru 2001.
Nos seis vinhos que ficaram em 4.ª lugar (92 pontos), três são portugueses: Quinta do Vale Meão 2005, Lavradores de Feitoria Grande Escolha 2004 e Quinta do Noval 2004. Do lado espanhol obtiveram esta classificação o Pago de los Capellanes Parcela El Nogal 2003, Numanthia 2005 e Malleolus de Valderamiro 2004.
Os resultados ilustram a excelência da prestação dos vinhos portugueses!









Com o objectivo de melhorar a competitividade dos produtores de vinho europeus, reconquistar mercados e escoar os stocks existentes (que absorvem anualmente cerca de 500 milhões de euros em ajuda à destilação para aguardente ou bioetanol), a Comissão Europeia formalizou dia 4 de Julho as propostas para a reforma do regime comunitário de apoio ao vinho. Neste sentido, as ajudas europeias vão incentivar o arranque voluntário de vinha (por iniciativa de Portugal, a decisão de arranque deixa de estar a cargo de cada produtor e passa a dar aos Estados a última palavra, de modo a impedir que as regiões com uma produção de maior qualidade sejam abandonadas). Pretende-se, deste modo, que até finais de 2013 (data da conclusão do programa de arranque), grande parte do orçamento actual seja dispendido na promoção dos vinhos europeus nos mercados de exportação, na reestruturação de vinhas e em novas medidas de gestão de crise (seguros, criação de fundos mútuos, ...). Serão estas medidas capazes de revigorar o sector do vinho na UE, travar a concorrência dos produtores do Novo Mundo e fazer face à quebra do consumo?

