
A prestigiada revista “Wine Spectator” acaba de eleger os 100 melhores vinhos do ano.
São estes os eleitos no Top Ten:
- Clos des Papes Châteauneuf-du-Pape 2005 (França) - 98 pontos Vinho do Ano
- Ridge Chardonnay Santa Cruz Mountains Santa Cruz Mountain Estate 2005 (Califórnia) – 95 pontos
- Le Vieux Donjon Châteauneuf-du-Pape 2005 (França) - 95 pontos
- Antinori Toscana Tignanello 2004 (Itália) - 95 pontos
- Two HandsShiraz Barossa Valley Bella's Garden 2005 (Austrália) - 95 pontos
- Château Léoville Las Cases St.-Julien 2004 (França) - 95 pontos
- Tenuta dell'Ornellaia Bolgheri Superiore Ornellaia 2004 (Itália) - 97 pontos
- Mollydooker Shiraz McLaren Vale Carnival of Love 2006 (Austrália) - 95 pontos
- Robert Mondavi Cabernet Sauvignon Napa Valley Reserve 2004 (Califórnia) – 95 pontos
- Krug Brut Champagne 1996 (França) - 99 pontos
No Top 100 apenas dois vinhos portugueses mereceram destaque:
- Quinta do Infantado Reserva 2003 (Douro) - 38.º Lugar (92 pontos)
- Meandro do Vale Meão 2005 (Douro) - 64.º Lugar (91 pontos)








Com o objectivo de melhorar a competitividade dos produtores de vinho europeus, reconquistar mercados e escoar os stocks existentes (que absorvem anualmente cerca de 500 milhões de euros em ajuda à destilação para aguardente ou bioetanol), a Comissão Europeia formalizou dia 4 de Julho as propostas para a reforma do regime comunitário de apoio ao vinho. Neste sentido, as ajudas europeias vão incentivar o arranque voluntário de vinha (por iniciativa de Portugal, a decisão de arranque deixa de estar a cargo de cada produtor e passa a dar aos Estados a última palavra, de modo a impedir que as regiões com uma produção de maior qualidade sejam abandonadas). Pretende-se, deste modo, que até finais de 2013 (data da conclusão do programa de arranque), grande parte do orçamento actual seja dispendido na promoção dos vinhos europeus nos mercados de exportação, na reestruturação de vinhas e em novas medidas de gestão de crise (seguros, criação de fundos mútuos, ...). Serão estas medidas capazes de revigorar o sector do vinho na UE, travar a concorrência dos produtores do Novo Mundo e fazer face à quebra do consumo?

